2ª Semana do Trabalho em São Paulo





Evento oferece mais de 7 mil vagas de emprego.

A segunda semana do emprego em São Paulo já está chegando ao fim. Sucesso absoluto, muito pela situação vivida pelo país, de grande desemprego, a feira chega ao fim nessa sexta-feira, dia 13.

São mais de 7 mil vagas em diversas áreas para os interessados, sendo que mais de 2 mil pessoas são atendidas por dia no local, que vem lotando o Vale do Anhangabau, onde o evento vem sendo realizado. São mais de 50 empresas que oferecem oportunidades de emprego, como o Carrefour, O Boticário e outras. A organizadora do evento é o CATE, Centro de Apoio ao Trabalho e ao Empreendedorismo.

O horário de atendimento é das 8:00h da manhã até às 18:00h e os interessados devem vir munidos de RG, CPF, Carteira de Trabalho e PIS.

A novidade fica por conta do que muitas empresas estão fazendo, onde o Processo Seletivo está sendo feito dentro da própria organização da feira, ou seja, o candidato pode sair do local já empregado. Exatamente por isso, não existe uma estimativa exata de quantas pessoas já conseguiram emprego.

Outra opção para quem comparecer são os cursos que estão sendo oferecidos no local da feira de empregos, que tentam ensinar e transmitir conceitos de empreendedorismo, investimentos, microcrédito, geração de emprego, agricultura familiar, etc.





Até mesmo oficinas sobre os níveis de açúcar/glicose no sangue estão sendo oferecidos. A Semana do Emprego também está oferecendo vagas e orientação para imigrantes na cidade de São Paulo e pessoas com deficiência.

Na primeira edição, realizada em Maio, a feira também obteve também grande sucesso com cerca de 10 mil participantes.

Também são oferecidos outros serviços no local, como formalização do MEI, emissão da carteira de trabalho e processos de seleção por meio da intermediação.

Muitos interessados também foram ao local em busca de estágios, principalmente os que estão no Ensino Superior, porém, nesses casos, o número de vagas não é tão grande. O foco está realmente no trabalhador menos qualificado e que encontra mais dificuldades para se manter no mercado de trabalho.

Por Gabriel Mazzo.



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